Não se encontram quasares em nossa galáxia. Existem evidências de que os quasares se afastam da Via Láctea e que podem expelir parte de sua massa em jatos (formados por partículas de alta energia) de velocidade próxima a da luz. Só foi possível perceber sua existência porque eles emitem ondas de rádio
captáveis por nossos radiotelescópios. As imagens que são mostradas não são digitais e sim apenas uma representação dedutiva de seu molde.

<= Uma impressão artística de um quasar.
História
No ano de 1999, Edwin Ernest Salpeter e Yakov Borisovich Zel'dovich lançaram a teoria de que os quasares não são na verdade galáxias activas, mas apenas objectos associados a galáxias activas. Embora esta teoria seja a mais aceita, já foram encontrados quasares dispersos, isto é, sem galáxias próximas - sugerindo que a relação entre os quasares e as galáxias não seja obrigatória e que os quasares e as galáxias não sejam um único objecto.
Aparência
Aparentemente, os quasares são semelhantes às estrelas, mas sua estrutura real é semelhante à de uma galáxia activa e sua massa é ligeiramente maior do que a de qualquer outro corpo celeste já catalogado.
Os quasares são fortes emissores de ondas de rádio e colossais emissores de luz. Tais características, combinadas, indicam que os quasares possuem grande quantidade de partículas de altíssima energia. Outro aspecto interessante é que muitos quasares liberam imensos jatos de partículas radioativas. O quasar 3C 273 é o quasar mais brilhante já observado, e está a aproximadamente dois bilhões de anos-luz da Terra.
A maioria dos quasares já observados possui um forte desvio para o vermelho no espectro, indicando que estão se movimentando muito rapidamente, provavelmente a uma velocidade superior a 50 mil km/s, o que, pela Lei de Hubble, leva a entender que estão muito distantes. Outra conclusão devida é que se formam num período muito recente da considerada formação do universo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário